História
Pequeno Histórico do
Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul
O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, fundado em 1978, vem, ao longo desses últimos anos, contribuindo decididamente com o desenvolvimento da cultura do Estado.
Estruturado nos moldes tradicionais (com quarenta cadeiras e seus ocupantes), vem, todavia, a partir de 2000, assumindo aos poucos uma visão mais empresarial, buscando recursos regulares para sua manutenção e a realização de seus projetos mais imediatos, bem como uma proposta mais arrojada de participação dos destinos do Estado.
As principais atividades estão ainda concentradas no resgate e publicação de obras da cultura regional, tendo sido publicadas:
– HISTÓRIA DE MATO GROSSO DO SUL. Hildebrando Campestrini e Acyr Vaz Guimarães. 5. ed., 2002.
– SANTANA DO PARANAÍBA. Hildebrando Campestrini, 3. ed., 2002.
– A GUERRA DO PARAGUAI – Verdades e Mentiras. Acyr Vaz Guimarães. 2000.
– PIONEIROS DA ARQUITETURA E DA CONSTRUÇÃO EM CAMPO GRANDE. Ângelo Marcos Vieira de Arruda. 2002.
– O MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE EM 1922. Arlindo de Andrade Gomes. 2004.
– CAMPO GRANDE DE OUTRORA. Valério D’Almeida. 2003.
– O MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE. Rosário Congro. 2003.
– A SAGA DOS RODRIGUES – 150 Anos de História em Mato Grosso do Sul. José Corrêa Barbosa. 2005.
– FRONTEIRAS GUARANIS. José de Melo e Silva. 2. ed., 2002.
– LIGEIRA NOTÍCIA SOBRE A VILA DE CAMPO GRANDE e RELATÓRIO DOS ESTUDOS PARA O ABASTECIMENTO DE ÁGUA AOS QUARTÉIS DE CAMPO GRANDE. Temístocles Paes de Sousa Brasil. 2005.
Além das relacionadas acima (publicadas e distribuídas), o Instituto mantém a biblioteca eletrônica, em sua página, disponibilizando outras obras, importantes na historiografia sul-mato-grossense, como RESENHA HISTÓRICA DE MATO GROSSO (de Pedro Ângelo da Rosa), CANAÃ DO OESTE (de José de Melo e Silva), INOCÊNCIA (do Visconde de Taunay), entre outras.
Atualmente, está convergindo seus esforços para alguns projetos de fundamental importância para nosso Estado:
1° – O Mapa Reduzido do Estado (em fase de projeto), que consiste num centro de informações sobre o Estado, em que o principal atrativo é o mapa reduzido do Estado, com todas as informações de relevo, hidrografia, estradas, cidades, vilas, etc.
2° – A publicação das obras completas (cinqüenta livros) do escritor regionalista Hélio Serejo, seguramente o mais completo e importante escritor sul-mato-grossense. Suas obras são basicamente regionais, enfocando principalmente a época da exploração da erva-mate. Para tanto é que enca-minhamos o presente projeto.
3° – A construção (na página) já iniciada, da Enciclopédia de Mato Grosso do Sul (tendo como público-alvo o estudante (médio e universitário). Seu conteúdo abrangerá história, geografia, artes, turismo e meio ambiente. O programa já está instalado. No mês de setembro será iniciada a inserção dos verbetes (já há quase mil deles prontos).
Outro projeto em desenvolvimento é EU SOU HISTÓRIA, que resgata a narrativas das pessoas simples, principalmente da terceira idade. Seus depoimentos são transformados em livretes de 16 a 32 páginas. O primeiro deles – PETRONILHA – TRABALHO E CIDADANIA, já foi publicado.
O Instituto está desenvolvendo uma política de interiorização, criando, na sede dos municípios, núcleos regionais, com a participação de todos os sócios correspondentes da localidade. Já foram instalados os núcleos de Paranaíba e Aquidauana. Até o final do ano serão criados o de Ponta Porã, o de Coxim, o de Rochedo, o de Corumbá.
O Instituto tem sócios correspondentes em Brasília, Rio de Janeiro, no Uruguai, na República Argentina e na República do Paraguai.
Por fim, vale acrescentar que o Instituto está diariamente aberto, disponibilizando sua biblioteca ao público.
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