O repositório das informações mais importantes sobre o Estado nas áreas de história, geografia, artes, turismo, meio ambiente e desenvolvimento institucional.
(Em desenvolvimento)
Índios Guaicurus - Debret, Jean Baptiste
 
 
Principal
Enciclopédia
A instituição  
Artigos
Notícias
Biblioteca Eletrônica
Símbolos  
Publicações
Links
Fale Conosco
WebMail
Agenda
 
    
 



ÂNGELO MARCOS V. DE ARRUDA

   Nasceu em 14 de junho de 1957 na histórica cidade colonial de Penedo, no Estado de Alagoas.

   Diretor Executivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, Assessor Cultural da Casa da Memória Arnaldo Estevão de Figueiredo, Membro da Executiva do Fórum Estadual de Cultura, Conselheiro do Conselho Regional do Prosa e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano.

   Cursou o primário e ginasial em Surubim e em Caruaru-PE no Colégio Diocesano e Estadual e diplomou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco em dezembro de 1979 e chegou em Campo Grande em fevereiro de 1980 vindo da cidade de Recife.

   Em maio de 1980 foi contratado pelo escritório do Arquiteto Jurandir Santana Nogueira, ocasião em que pode desenvolver diversos projetos para o Banco do Brasil em todo o Centro Oeste e participou dos projetos da Assembléia Legislativa e do Tribunal de Justiça de MS no Parque dos Poderes, na condição de co-autor dos projetos.

   Em 1981 foi convidado para compor a Diretoria da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Campo Grande como Diretor Cultural tendo promovido o primeiro debate sobre as mudanças na política habitacional de MS.

   Foi militante do Partido Comunista Brasileiro – PCB e junto com Jurandir Nogueira expôs na 1ª Mostra de Arquitetura do IAB/MS um trabalho sobre a Acessibilidade dos Deficientes Físicos em Campo Grande.

   Em 1982 participou da Diretoria do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB na gestão de Alex Maymone da Silva e expôs na 2ª Mostra de Arquitetura, um trabalho do GRUPO ARCO – Arquitetura do Centro Oeste, com mais 3 arquitetos – Francisco Chaves, José Alberto Delamonica Guimarães e Maria de Fátima Guimarães Bais uma análise crítica da preocupação com uma arquitetura regional e ambiental. Ainda em 1982, participou do movimento pela democratização do país, a Anistia Geral e Irrestrita e do Movimento de Defesa do Pantanal.

   Em 1983 foi contratado como Arquiteto pela Fundação Instituto de Desenvolvimento de MS – IDESUL e passou a atuar na Superintendência de Cooperação Técnica e Articulação com os Municípios – SUPAM, fazendo diversos trabalhos em Prefeituras do interior de MS nas áreas de Uso do Solo, Código de Obras e de Posturas, Lei de Parcelamento, inclusive em Campo Grande, em 1984.

   Em 1983 iniciou sua carreira docente ministrando aulas de Projeto no Curso de Arquitetura e Urbanismo do CESUP. Naquele ano participou da fundação da Associação Profissional de Arquitetos de MS – APA, antecessora do Sindicato dos Arquitetos.

   Em 1985 começou a escrever artigos no Jornal da Cidade, defendendo a criação do Instituto de Planejamento Urbano para Campo Grande e participou da coordenação do Seminário realizado no final do ano de 1985, com as presenças de inúmeras autoridades de planejamento urbano pelo IAB/MS em conjunto com a AGB e a AEACG.

   Em 1986 foi convidado para trabalhar na Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Campo Grande e coordenar um Grupo Especial de Estudos de Criação do Instituto de Planejamento Urbano que acaba acontecendo em 1987. Foi nomeado pelo Prefeito Juvêncio César da Fonseca como seu primeiro Diretor Executivo do Instituto em maio de 1987. Naquele ano, organizou a criação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano – CMDU.

   No PLANURB, junto com sua equipe, elaborou a nova Lei de Uso do Solo de Campo Grande - 2.567/88, o Primeiro Perfil Sócio Econômico de Campo Grande, a Divisão Setorial da Cidade, a Pesquisa Conheça Seu Bairro, o Projeto para a Feira Livre Central, os Termos de Referência do Plano Diretor, a Legislação Ambiental de Cultural da Cidade, o Inventário do Patrimônio Histórico, o Plano do Parque do Prosa, a Minuta dos Códigos de Obras e de Posturas, dentre outras ações.

   Em 1989 foi Assessor Parlamentar do Deputado Valter Pereira e Assessor da Assembléia Constituinte de Mato Grosso do Sul, junto ao gabinete do Relator, Deputado Ricardo Bacha.

   Em 1989 foi nomeado Secretário Adjunto de Trabalho, ocasião em que participou da criação e implantação de 5 Juntas de Conciliação e Julgamento e da criação do Tribunal Regional do Trabalho de MS. Dirigiu ações do SINE e de Pesquisas de Emprego e Renda em Campo Grande.

   Em 1990 foi nomeado Secretário Adjunto da Secretaria de Justiça, Ação Social e Trabalho.

   Em 1991 atuou na Companhia de Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul – CODEMS, na Coordenadoria de Turismo e em 1992 foi Coordenador de Ensino da Sociedade de Ensino de Informática de Campo Grande – SEIC.

   Em 1993, fundou o Sindicato dos Arquitetos de Mato Grosso do Sul tendo sido seu primeiro Presidente, com uma reeleição e dois mandatos, até 1999.

   Ano seguinte foi eleito Vice-Presidente da Federação Nacional dos Arquitetos - FNA, e em 1995, Diretor da Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura.

   Naquele ano iniciou a Pesquisa Arquitetura em Campo Grande, financiada pelo CECITEC e pelo CESUP que gerou o livro lançado em 1999.

   Entre 1993 e 1998 foi Conselheiro do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano – CMDU, representando o IAB/MS e pode contribuir como relator de várias matérias – Plano Diretor, Desafetação de Áreas Públicas, Plano Habitacional de Interesse Social, dentre outras.

   Foi Conselheiro do SINDARQ/MS no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de MS – CREA entre 1993 e 1996.

   No ano do centenário da capital, participou da Comissão Especial do Centenário e organizou o Concurso de Projeto do Memorial de Campo Grande, vencido pelo arquiteto mineiro Éolo Maia.

   A partir de outubro de 2000 vem escrevendo uma página no Jornal de Domingo chamada Arquitetura & Cidade onde mais de 70 edições já foram escritas sobre história, memória, urbanismo, entrevistas, etc.

   Em dezembro de 2000, junto com outros, fundou a Organização Não-Governamental Ação Cultural Ferroviária – FERROVIVA, responsável pela defesa da memória da antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

   Na UNIDERP, nesses últimos 10 anos foi responsável pela criação do Programa Construindo Legal, uma parceria com a EMHA e CREA; foi membro do Colegiado do Curso de Arquitetura em 3 anos; coordenou várias pesquisas, principalmente sobre Arquitetura Moderna em Campo Grande, Bairro Amambaí: o primeiro bairro operário de Campo Grande e Nos Trilhos da História: a arquitetura da Noroeste do Brasil em Campo Grande.

   É Mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, tendo concluído o Mestrado em 2001, com dissertação sobre o Modernismo em Campo Grande, tendo sido Coordenador do Núcleo de Pesquisa-Ambiente construído.

   Mora em Campo Grande há 22 anos. É casado com a Psicóloga Ana Elizabete de Miranda Barros Arruda, e tem dois filhos: Moreno Barros Arruda (17 anos) e Lucas Barros Arruda (15 anos), todos campo-grandenses.

   Livros publicados

   Em 1998 lançou seu primeiro livro Parcelamento do Solo Urbano em Campo Grande: visão crítica e roteiro legal, um guia analítico da situação dos loteamentos em Campo Grande.

   Em 1999 lançou seu principal livro Arquitetura em Campo Grande que teve a participação de Gogliardo Maragno e Mário Sérgio Sobral Costa, um catálogo de 100 edifícios modernos e uma análise dos 100 anos da arquitetura da capital, resultado de 4 anos de pesquisa.

   No ano seguinte lançou: Campo Grande - arquitetura e urbanismo na década de 30 e uma Maquete de Campo Grande dos anos 30, retratando a arquitetura histórica.

   Seu último livro Pioneiros da Arquitetura e da Construção em Campo Grande foi lançado em 2003.

 

  Todos os direitos reservados.
Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul
Avenida Calógeras, 3.000- Centro - Campo Grande-MS
CEP: 79002-004 - (67) 3384-1654



Web por Virtualink Network