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08/
02/2006
- Arquitetura em Campo Grande |
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| De Ângelo Arruda.
Campo Grande oferece algumas preciosidades e curiosidades arquitetônicas dignas de atenção: uma escola de Oscar Niemeyer, uma casa de Vilanova Artigas, outra de Siegbert Zanettini, um edifício de Marcelo Fragelli ou de Luiz Paulo Conde, uma central telefônica de Severiano Porto. Para o viajante incauto, essa pescaria arquitetônica seria uma expedição inglória não houvesse um grupo de arquitetos produzido o livro Arquitetura em Campo Grande. Trata-se da primeira sistematização publicada sobre a arquitetura de uma cidade que comemorou seu centenário em 1999. Embora o formato não insinue, o livro pode ser lido e consultado como um guia de arquitetura, a exemplo de publicações do gênero no exterior. Tendo como eixo narrativo a arquitetura, o leitor poderá conhecer a história da cidade na sucinta resenha que dá conta da sua trajetória urbana, de seus engenheiros, arquitetos e demais personagens. E precisamente uma centena de edifícios, realizados entre 1939 e 1996, compõem um roteiro comentado e ilustrado com fotos e desenhos, informações sobre os autores dos projetos e localização de cada obra em mapas. Muitos arquitetos reconhecidos em São Paulo e Rio de Janeiro deixaram suas marcas. Alguns se tornaram campo-grandenses, como Rubens Gil de Camillo importante arquiteto falecido ano passado, com obras significativas na paisagem da cidade. Campo Grande a partir dos anos 1970 tornou-se um eldorado econômico, chamando migrantes de todo o país, incluindo nessas levas inúmeros arquitetos. Essa presença de profissionais de todos os lados formou um mosaico de influências e referências que este livro pioneiramente buscou mapear. "Hugo Segawa"
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08/
02/2006
- Campo Grande – Arquitetura e Urbanismo na década de 30 |
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De Ângelo Arruda.
A década de 30 foi muito importante para o desenvolvimento da arquitetura em estilo Art Déco em Campo Grande. Um dos primeiros prédios erguidos nesse estilo foi o edifício sede dos Correios e Telégrafos, em 1934 e depois dele, mais de 30 exemplares erguidos e inspirados numa nova época. O livro resultou do trabalho de pesquisa do autor, com a execução de uma maquete da cidade e possui 30 importantes prédios que marcaram a história da cidade.
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08/
02/2006
- A SAGA DOS RODRIGUES - 150 anos de história em Mato Grosso do Sul |
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de José Corrêa Barbosa
Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, 2005, 255p.
José Corrêa Barbosa, tetraneto de Antônio Rodrigues de Menezes e Maria Jesuína Ferreira Garcia, descreve, nesta obra, com riqueza de detalhes, os usos e os costumes das primeiras gerações e apresenta a biografia de cento e dois Rodrigues. Tudo ilustrado: duzentas e trinta e cinco fotografias, incluída a da capa. Hoje muitos desses Rodrigues estão espalhados por diversas cidades do Estado de Mato Grosso do Sul, havendo um significativo número deles em Campo Grande.
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08/
02/2006
- História de Mato Grosso do Sul |
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| de Hildebrando Campestrini e Acyr Vaz Guimarães
5.ª edição. 2002. Com 288 p., 14 X 21,5 cm, 14 mapas, 83 fotos. Miolo: papel cuchê. Edição do IHG-MS. Preço: R$ 27,00.
Apresenta a história do território hoje ocupado por Mato Grosso do Sul, desde o século 16 até metade de 2002, tecendo os fatos de forma a permitir a compreensão do Estado. É a obra mais completa e atualizada sobre o assunto. O capítulo 11 trata de Mato Grosso do Sul, descrevendo a criação, a instalação e seu desenvolvimento.
“Narração real, verdadeira, autêntica, ao lado de interpretação honesta, elegante, irreprochável. A linguagem é cristalina, fluida, sem arrebiques, como convém aos sábios que querem passar à frente seus conhecimentos.” (Paulo Coelho Machado).
“O fato pelo fato, ausentes as preocupações de enaltecimentos desnecessários ou críticas inoportunas. Tudo tratado com leveza, temperança, talento e, sobretudo, com imaginação, sem permanecer na simples repetição de fatos e palavras do passado.” (Paulo Coelho Machado).
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08/
02/2006
- REVISTA DO IHGMS |
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Publicada em dezembro de 1998 com o apoio da Prefeitura Municipal de Coxim, a Revista do IHG MS n.1, está dividida em duas partes.
A primeira trata de Coxim, com cinco textos:
1. Coxim, cidade bororo, de Angelo Jayme Venturelli;
2. História de Coxim, de Acyr Vaz Guimarães;
3. Coxim: Freguesia de São José, de Alfredo Sganzerla;
4. O Rio Taquari, de Hildebrando Campestrini;
5. Coxim Hoje, de Henrique Spengler.
Já a segunda parte trata de Mato Grosso do Sul. Possui quatro textos e a transcrição do relato do sertanista Joaquim Francisco Lopes: "A bandeira de Joaquim Francisco Lopes".
Os textos são:
1. Os Fonseca e Mato Grosso, de Alberto Martins da Silva;
2. Os Garcia de Santana do Paranaíba, de Benedito Santana;
3. Atropelos e embaraços dos pioneiros da fronteira, de Valmir Batista Corrêa;
4. Fronteira e Saúde Pública, de Lúcia Salsa Corrêa.
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